Pré-candidato à Presidência

Coragem para desatar os nós que travam o Brasil.

Renan Santos defende soberania, segurança real, reforma fiscal e uma nova direita brasileira que enfrente os problemas concretos da população — sem ingenuidade e sem evasivas.

Renan Santos com a bandeira do Partido A Missão
Renan Santos Fundador do MBL e do Partido Missão
14
Quem é

Uma geração disposta a desatar os nós do Brasil.

Renan Santos é ativista político, empresário e um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que surgiu em 2014 nas manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff e ampliou o debate público nacional ao longo da década.

Em 2025, com a aprovação do Partido A Missão pelo Tribunal Superior Eleitoral, sua atuação passou de articulação de movimento a estrutura partidária consolidada. Crítico da falta de inteligência na gestão de outros projetos políticos, defende a construção do Missão do zero — com meritocracia, tecnologia e ruptura com os vícios da política tradicional.

O partido nasce como ferramenta para enfrentar os problemas materiais da população — infraestrutura, segurança e soberania — em vez de se prender ao debate institucional abstrato. Renan admite ter superado o liberalismo ingênuo de outrora para abraçar uma postura soberanista madura.

2014
Cofundador do MBL
2025
Partido Missão aprovado pelo TSE
14
Número da legenda nas urnas
5ª
Maior nação do mundo: o horizonte do projeto
Propostas

O que é preciso para o Brasil voltar a funcionar.

Não é debate teórico sobre democracia. É buraco na rua, emprego, segurança e soberania. Os pilares da pré-candidatura tratam dos problemas concretos que tiram o sono do brasileiro.

01

Segurança pública e desfavelização

Tratar facções criminosas como inimigos do Estado, com direito penal de emergência, ocupação territorial ostensiva e inteligência policial para desmantelar o faturamento do PCC e do crime organizado. Inspiração no modelo Bukele em El Salvador: sem segurança, nada se sustenta — nem educação, nem saúde, nem investimento.

Estado presente
02

Soberania nacional madura

Superar a ingenuidade liberal por uma postura soberanista lúcida. O Estado deve cumprir funções estratégicas em um mundo em crise — defendendo os interesses nacionais sem abrir mão da competitividade internacional.

Brasil Forte
03

Reforma fiscal rigorosa

Crítica direta à gestão econômica recente — Guedes e Haddad seguiram a mesma lógica de aumentar arrecadação sem reformas estruturais. É preciso disciplina sobre o gasto público e competitividade internacional de verdade.

Economia
04

Indústria de defesa e tecnologia nuclear

Reativação da indústria bélica nacional como ativo estratégico do país. Defesa aberta da pesquisa para o desenvolvimento de tecnologia nuclear como instrumento de soberania e desenvolvimento.

Estratégico
05

Educação produtiva e meritocracia

O investimento do Estado no ensino superior deve se concentrar em áreas que geram produtividade — exatas e biológicas — capazes de impulsionar o desenvolvimento tecnológico e industrial do país. Meritocracia como bússola, em todos os níveis.

Conhecimento
06

Brasil protagonista global

Sair da posição de "eterna criança" no cenário internacional. O Brasil precisa ocupar a mesa onde se decide o futuro do planeta — da regulação da inteligência artificial à reorganização industrial global.

Liderança
Em suas palavras

Renan, em entrevistas recentes.

Por que Renan?

O que faz dessa pré-candidatura algo diferente.

Renan não disputa o centrão e nem flerta com a "terceira via". Veja, ponto por ponto, o que separa o projeto do Missão do que está em curso na política brasileira.

Em vez de

Continuidade tecnocrática ou conciliação com o establishment.

Renan defende

Uma nova direita brasileira articulada do zero — com meritocracia, tecnologia e ruptura com os vícios da política tradicional.

Em vez de

Embate fora das quatro linhas com o Judiciário.

Renan defende

Cumprir o dever do Executivo dentro das regras — sem recuar diante do ativismo do STF, mas sem rompimento institucional.

Em vez de

Assistencialismo crônico no lugar de desenvolvimento estrutural.

Renan defende

Reformas estruturais e produtividade. Crítica direta a Lula, "o grande câncer da geração", pelo desperdício de oportunidades históricas.

Em vez de

Aumentar arrecadação e chamar disso "reforma".

Renan defende

Reforma fiscal de verdade — crítica explícita à lógica que une Guedes e Haddad: arrecadar mais sem mexer no que importa.

Em vez de

Cobrança seletiva e partidária sobre escândalos.

Renan defende

Crítica equilibrada — Banco Master e os acordos políticos que minaram a Lava-Jato precisam ser ditos, da esquerda à direita.

Em vez de

Debate teórico e abstrato sobre democracia.

Renan defende

Buraco na rua, emprego e segurança. Falar direto com o eleitor real — quem paga a conta no fim do mês.

Visão

Os pilares da nova direita brasileira.

Uma plataforma que combina soberania, ordem pública e dinamismo econômico — com a coragem de chamar os problemas pelo nome.

Estado que protege

Combate à favelização física e mental. Estado presente que garante a integridade do cidadão e desmonta o poder financeiro do crime organizado.

Soberania madura

Superação do liberalismo ingênuo. O Brasil precisa de funções estratégicas claras — defesa, energia, indústria — para navegar um mundo em crise.

Ordem dentro das regras

Cumprir o dever do Executivo dentro das quatro linhas. Não é embate; é fazer o que precisa ser feito, deixando que cada Poder responda por seus próprios atos.

Reforma fiscal de verdade

Disciplina do gasto, competitividade internacional e fim do ciclo de aumentar arrecadação sem reformas estruturais. Economia que cresce.

Tecnologia e defesa

Reativação da indústria bélica nacional e pesquisa para tecnologia nuclear. Soberania não é discurso — é capacidade técnica e industrial.

Conexão com o real

Comunicação direta, sem rodeios, com o eleitor que se importa com o cotidiano. Romper a bolha política e falar do que importa de fato.

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